Acredito que este espaço seja bastante interessante para trocar experiências sobre os estágios de Serviço Social, eu (Alana), faço estágio no Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS em Itabuna, Jordanna, faz estágio no presídio de Itabuna. Com certeza ela contará a experiência que ela está vivendo neste ambiente onde acumula tantas questões sociais.
Bom, o CREAS é integrante do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, estabelecido a partir da aprovação da nova Política Nacional de Assistência Social - PNAS e da Norma Operacional Básica - NOB. Estamos conhecendo esse importante avanço no 7° semestre, e percebo como toda essa política é a "cara" do assistente social, porque é imprescindível sua presença na implantação, execução e avaliação dessas políticas públicas. Retornando para a questão do CREAS, este faz parte da Proteção Social Especial. Este centro atende crianças, adolescentes, pessoas com deficência, idosos e mulheres que foram vítimas de violência, ou seja, que teve seus direitos violados. Tem como objetivo o fortalecimento dos vínculos familiares e a busca pela autonomia e empoderamento do sujeito.
Em Itabuna, nos últimos anos aumentou bastante o número de violência, principalmente ao que se refere aos jovens, ganhou de 2009 para 2010 como a cidade mais violenta do Brasil, na verdade só fez perder.
Os casos que chegam ao CREAS de Itabuna são lamentáveis, discutimos tanto sobre a efetivação da garantia de leis, que em muitas situações essa efetivação não é feita. A justiça que tanto almejamos se torna infeciente dando espaço para histórias que não tiveram finais felizes. Como lutar para que haja a efetivação das Leis? O Estatuto da Criança e do Adolescente que sofre tantas críticas, o que fazer para que se faça cumprir aquela lei na prática? A Lei Maria da Penha também que é tão questionadora. As pessoas com deficiência que são esquecidas e os idosos que são maltratados pelos seus próprios familiares? O que fazer? Devemos pensar sim, que os problemas podem ser resolvidos, se o assistente social não acreditar, quem acreditará que possa haver mudança nessa sociedade tão preconceituosa e omissa?
Alana D'el Rei
Bom, o CREAS é integrante do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, estabelecido a partir da aprovação da nova Política Nacional de Assistência Social - PNAS e da Norma Operacional Básica - NOB. Estamos conhecendo esse importante avanço no 7° semestre, e percebo como toda essa política é a "cara" do assistente social, porque é imprescindível sua presença na implantação, execução e avaliação dessas políticas públicas. Retornando para a questão do CREAS, este faz parte da Proteção Social Especial. Este centro atende crianças, adolescentes, pessoas com deficência, idosos e mulheres que foram vítimas de violência, ou seja, que teve seus direitos violados. Tem como objetivo o fortalecimento dos vínculos familiares e a busca pela autonomia e empoderamento do sujeito.
Em Itabuna, nos últimos anos aumentou bastante o número de violência, principalmente ao que se refere aos jovens, ganhou de 2009 para 2010 como a cidade mais violenta do Brasil, na verdade só fez perder.
Os casos que chegam ao CREAS de Itabuna são lamentáveis, discutimos tanto sobre a efetivação da garantia de leis, que em muitas situações essa efetivação não é feita. A justiça que tanto almejamos se torna infeciente dando espaço para histórias que não tiveram finais felizes. Como lutar para que haja a efetivação das Leis? O Estatuto da Criança e do Adolescente que sofre tantas críticas, o que fazer para que se faça cumprir aquela lei na prática? A Lei Maria da Penha também que é tão questionadora. As pessoas com deficiência que são esquecidas e os idosos que são maltratados pelos seus próprios familiares? O que fazer? Devemos pensar sim, que os problemas podem ser resolvidos, se o assistente social não acreditar, quem acreditará que possa haver mudança nessa sociedade tão preconceituosa e omissa?
Alana D'el Rei
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